segunda-feira, 31 de maio de 2010

Com uma ideia relâmpago...

Uma mobilização rápida!

Isto é Flash Mob! Flash mobilization em inglês. O que significa uma mobilização rápida, relâmpago. É o resultado de uma aglomeração instantânea de um grupo de pessoas, num local público, que realizam uma ação previamente organizada. E, para que surta curiosidade e tenha impacto, geralmente, a dispersão deste grupo de pessoas é feito tão instantaneamente quanto sua aglomeração.

Dizem por aí (não tenho dados precisos e oficiais) que no Brasil tudo começou com o ‘no pants’ (sem calças) em São Paulo, capital, cuja ação tem objetivo de combater a hegemonia dessas peças do vestuário na composição do visual.

O Flash Mob virou moda! Passou de ações de um grupo de pessoas com intuito apenas de chamar a atenção ou defender uma causa, à ações de marketing devidamente pensadas e planejadas. Várias destas têm se espalhado pelo país e, ainda bem, muitas delas criativas. Algumas chegam a tornar-se ações de marketing viral.

Se você pensa em fazer um flash mob, pense bem! Perceba que a ação tem que gerar impacto, senão gerará indignação. As pessoas ao invés de dizerem “que bacana!” vão dizer “que coisa horrível é essa?!” ou ainda sentirão “vergonha alheia”.

Veja no link um baita exemplo de uma ação bem feita. Observe que apesar de planejado, a ação contagia rapidamente e se espalha: http://migre.me/KHuY

Já a Tecnisa, recentemente, fez exatamente o que não pode ser feito. Uma ação que, aparentemente, tinha objetivo de ser um flash mob e virou algo terrível, vergonhoso. Veja só: http://migre.me/KHx8

E você, o que pode fazer para contagiar outras pessoas?

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Realmente uma imagem...

Diz muito!

O anúncio abaixo foi criado para a comemoração dos 11 anos do Viagra (desculpe, mas não consegui os créditos de quem criou). Ele rodou o mundo já pela internet, mas fiz questão de trazê-lo aqui para dizer que a comunicação pode ser muito bem resolvida, seja numa propaganda, com um pouquinho de inspiração e uma boa dose de bom humor.

(clique na imagem para vê-la maior)

Falar de impotência é um tabu ainda... falar de sexo já nem tanto! E fazer propaganda então de algo relacionado à impotência masculina? Que desafio, não?!
Por isso a importância da quebra de paradigmas, da fuga do comum. A agência que criou podia, muito bem, ter feito algo absolutamente formal, comemorando o sucesso dos 11 anos na busca do bem estar do homem.
Mas... ainda bem que não foi assim! Afinal, quer algo melhor que bom humor para "quebrar o gelo"?
Se você tem algo para comunicar, pense antes de fazer! Repense... pense novamente e, certamente, terá algo bem bacana no final.
Fuja do senso comum!

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Propaganda comparativa

É pra quem pode...

No Brasil não somos acostumados a este tipo de abordagem: uma empresa/marca em sua propaganda citar, claramente, um concorrente. Tal atitude é, no mínimo, ousada. E precisa ser bom pra fazer isso... caso contrário, passará vexame.

Vários fatores precisam ser analisados: a ética, em primeiro lugar, jamais feri-la! Além disto, não denegrir a imagem do concorrente, não ser desonesto e pro aí vai.... Indo mais além, é preciso saber o que está sendo feito.

No dia 30/04, deparei-me com o anúncio abaixo, veiculado em jornal local de Mogi das Cruzes. Confesso que achei sensacional! Pode parecer ‘bobinho’ ou ‘comum’, mas observe:

(clique na imagem para ver maior)

Explicitamente, o anúncio mostra o que diz: a Fiat informa que um carro usado será bem avaliado na troca por um 0km. E, para ilustrar a peça, mostra um Golf 2003 (que é Volkswagem) citando tudo que o carro tem. Até aí tudo bem...

Mas, veja bem... o que há “implícito” nesta peça?

- ‘até um VW será bem avaliado’; ‘você vai trocar seu carro de outra marca por um Fiat’; ‘carro 0km tem que ser Fiat’...

Agora pense, explicitamente, a Fiat denegriu a imagem da VW? Não!

Foi antiética? Não!

Faltou com a moral? Não!

Foi ‘feliz’ na peça? Sim, muito! A agência ilustrou uma peça com um carro usado (e carro usado é usado, seja qual marca/modelo for), citou tudo que o carro tem (deixando claro que são itens que o valorizam), informa que o carro será bem avaliado... em momento algum fez algo que não é a lógica.

Por outro lado, para compensar, há uma regra em propaganda que diz “só compara quem não é líder!”.

Portanto, propaganda comparativa... só faça se você for capaz! E prepare-se para as conseqüências.

Parabéns pela ousadia!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Lembra de quando falamos sobre Marketing de Oportunidade?

Então, aí está um baita exemplo.

Ter a agilidade para aproveitar uma oportunidade, esta é a chave para muito sucesso e/ou visibilidade.

Quando falamos em futebol hoje no Brasil o que vem à cabeça? Santos e Neymar, no mínimo.
Portanto, veja um exemplo de marketing de oportunidade: http://migre.me/Aims

E para quem não viu o post "Marketing de Oportunidade" , clique aqui.

É isso! Precisamos ser 'ligeiros'...

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domingo, 18 de abril de 2010

Ainda sobre Promoção de Vendas

A importância de saber sobre isto!

Para complementar o último post, compartilho mais um artigo apresentado ao curso de pós-graduação, desta vez sobre a importância de todos os envolvidos no processo conhecer, mesmo que superficialmente, os conceitos e as ferramentas que envolvem a promoção de vendas.

Acesse: http://migre.me/xDQ5

Que seja útil!

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Promoção de vendas - Cuidado com ela!

O que você vê neste anúncio?

(clique na imagem para ver maior)

Eu não vejo somente uma promoção de vendas! Eu vejo erros que uma agência jamais poderia cometer!
Fazer promoção de vendas não é só criar algo bacana e por em prática. Temos regras para seguir.

Neste caso:
- não há autorização da Caixa Econômica. Como não é concurso cultural, isto é, envolve sorte, é necessária autorização.
- há o uso da imagem do Gol que, convenhamos, não tiveram autorização (eu suponho, neste caso)
- uso do termo "copa do mundo", mais uma vez sem autorização.
Para quem ainda não sabe a FIFA fez o registro de marca de termos relacionados à Copa, inclusive Copa do Mundo. Sendo assim, ninguém pode utilizá-lo sem autorização da Fifa.

Para ilustrar o tema, compartilho artigo feito em grupo e apresentado ao curso de pós-graduação.

Confira aqui: http://migre.me/xDCp

Cuidado ao querer fazer propaganda!

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O Brainstorm sem foco é mesmo útil?

Chuva de ideias ou tempo perdido?

Há um grande enigma a ser desvendado no processo de brainstorm dentro de uma agência de publicidade. E, baseado nisto, compartilho um artigo apresentado no curso de pós-graduação.


Vamos refletir!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Isto é criatividade!

É isto que precisamos, sempre! Surpreender!

Para quem acredita que a propaganda está muito mais "pendendo" para o design gráfico, eis um exemplo de criatividade!

(clique na imagem para ver maior)

Ficha técnica:

Advertising Agency: Taxi, Calgary, Canada
Chief Creative Officer: Steve Mykolyn
Creative Director: Trent Burton
Art Director: Kelsey Horne
Copywriter: Nick Asik, Trent Burton
Designer: Kelsey Horne, Darcy Twarog
Photographer: Jason Stang

Que sirva de exemplo, boa sexta-feira!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

As regras externas

Só por falta de bom senso?

Nos últimos anos, por diversas vezes, vimos leis (ou qualquer outro tipo de regras) sendo criadas para regulamentar a propaganda no Brasil.

Para quem não conhece, temos órgãos que regulamentam, ‘põem ordem na casa’, discutem, enfim, que tratam da publicidade brasileira, tais como CENP (Conselho Executivo das Normas Padrão), CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), APP (Associação dos Profissionais de Propaganda), ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), etc, etc.

Porém, também temos visto que anunciantes (inclua aqui, agências) estão indo além do que temos como bom senso na publicidade, isto é, além de anunciar o produto/serviço propriamente dito, dá a ele gêneros que extrapolam o seu uso em si. Exemplo: com o carro X eu consigo correr muito, com a cerveja Y serei um galã, e por aí vai.

A partir do momento que quem faz publicidade não cuida dela, estamos sujeitos a regulamentação externa, com criação de leis, por exemplo. E isso não é bacana. Já pensou um jurista discutindo propaganda? Já pensou um arquiteto que ocupa um cargo que dê a ele o “poder” de discutir o tema, falando de publicidade? Sem desmerecer as profissões, são só exemplos para dizer que cada profissional, no seu lugar.

Na matéria do Meio e Mensagem de hoje, “Mercado automobilístico versus publicidade educativa (leia aqui) está mais um exemplo disto. Há uma lei, já sancionada pelo Presidente Lula, que obriga os anunciantes de automóveis e/ou peças relacionadas a colocarem textos educativos aos motoristas, nos mesmos moldes daqueles que já existem nas propagandas de bebidas alcoólicas.

Agora, imagine se toda propaganda, além de anunciar o produto/serviço em questão, tenha que trazer um texto educativo? “Use o sapato de salto X, mas cuidado se pisar na grama”; “Compre o xampu Y, mas não jogue o no próprio olho”... sim, claro, é um exagero! Mas é uma forma de mostrar que nós (publicitários!) precisamos cuidar da nossa propaganda, senão daqui a pouco não sobrará espaço para elas, em meio a tantos avisos e obrigações!

Basta não perdermos o bom senso e a razão!

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

A volta do Zé!

Depois de tanto matutar...

Um mês e quatro dias depois, eis que o Zé está de volta. Neste período ele ficou matutando sobre sua existência... o quê e como ele poderia continuar a ser útil. E, pelo jeito, chegou a uma conclusão.

Ao invés de todo santo dia vir aqui e falar apenas de um conceito especificamente, o Zé, longe de querer ser mais um blog de repasse de notícias e muito menos fugindo da sua essência, vai sim repassar notícias, mas sempre com intuito de passar adiante algum conceito de marketing e/ou comunicação. Afinal, é pra isso que o Zé surgiu!

Claro que teremos posts com conceituações apenas, mas não mais toda santa manhã. Se um fato, uma notícia ou mesmo um “estalo” fizer com que o Zé post, ele irá postar.

Então, ‘bora’ sair da inércia!

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domingo, 21 de março de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres!

Os melhores exemplos...

Sejamos sinceros: por mais que um homem tenha suas qualidades, uma mulher vai além, sempre! Reúne todas as que um homem tem e mais algumas que não podemos ter.

Temos que seguir o exemplo delas no mundo corporativo também. É fato a evolução das mulheres nos cargos de comando, mas comandar ou não, não é a questão. Devemos nos preocupar em “fazer bem feito”. E isto elas sabem fazer, estejam no “comando” ou não.

Os homens precisam aprender muito com as mulheres, sim! Alguém se lembra, de imediato, de algum grande escândalo no mundo corporativo que uma mulher fosse o pivô de tudo? E de algum homem?! É, eu também lembrei de vários deles!

Garra, competência e atenção são, no mínimo, os três melhores adjetivos para dizer do que uma mulher é capaz à frente de uma empresa ou de um cargo. Restam a nós, homens, exaltá-las e aprender.

Mulheres, parabéns pelo seu dia. Vocês merecem!

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Cuidado com o preço baixo!

Não é só assim que se vende...

Existe um erro comum, muito comum, no mercado: quanto menor o preço, mais se vende! Cuidado, não é bem assim!

Preço baixo pode existir por uma série de fatores: promoção (período pequeno), liquidação (para terminar o estoque), boa negociação com fornecedor, porque realmente o valor do produto é baixo e, também, porque o produto não é nada bom! E aqui mora o perigo.

Vamos excluir do assunto, pela lógica, produtos ruins. Imagine que você tem um bom produto, boa apresentação física, distribuição bacana, propaganda, enfim... e preço baixo! Tudo (parece) perfeito para um estouro de vendas e, de repente, vendas ruins.

O preço baixo pode agregar ao seu produto a imagem de ruim, de pouca qualidade e, não necessariamente, garantir vendas exorbitantes.

Pesquisar a concorrência para achar um “preço médio” é fundamental, mas – além disso – procurar formas de agregar valor ao seu produto é que é a chave do sucesso. Pense: mesmo que bem simples, o que você pode fazer com seu produto que o diferenciaria da concorrência? Aproveite que é sexta-feira e ponha a cabeça para pensar!

Bom final de semana e aproveite, também, para descansar!

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Basta um fato...

... e tudo vai pro espaço!

No último domingo (28/02/10), no Fantástico – apresentado pela Rede Globo, uma matéria sobre trotes violentos realizados pelos alunos de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) teve uma enorme repercussão (assista aqui).

E na última terça-feira, 02/03/10, a reitoria da UMC soltou o comunicado abaixo:


O post de hoje será, então, rápido e direto ao ponto. Não basta ter campanha publicitária, no caso desta Universidade as últimas mais conhecidas traziam os temas “Orgulho de ser UMC” e “Não ao trote violento”. A imagem de qualquer empresa (e pessoa também) é construída com ações, atitudes também!

Não precisa ser nenhum ‘expert’ para ter conhecimento dos trotes que existem nesta e em muitas outras universidades do país. A faculdade pode e deve, sim, punir quem participou, de uma forma ou de outra.

E a UMC? Espero que trabalhe muito para não deixar todos os seus méritos que existem serem sobrepostos por atitudes como esta.

Cuide da imagem da sua empresa!

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P.s.: E os pais?! Vão dizer que também não sabiam de nada? Então quem pagou o ingresso de R$ 300,00 para a festa?

quarta-feira, 3 de março de 2010

A briga das gôndolas

Vale tudo pelo melhor posicionamento!

Já reparou quantas pessoas existem dentro de um supermercado com identificação de “promotor”? Pois é, eles não são funcionários dos supermercados, mas sim pessoas contratadas pelos “fabricantes/distribuidores” (me refiro a supermercado, pois é o local mais fácil de encontrá-los).

Promotores/repositores são pessoas de importância gigantesca para as boas vendas de um determinado produto. São eles que conseguem um bom posicionamento na exposição em uma gôndola.

Na próxima ida ao supermercado faça um exercício de observação: veja se, “por acaso”, os melhores produtos estão ou não na altura dos seus olhos? Se aqueles “piores” não estão lá embaixo, muitas vezes numa posição incômoda para ser alcançado.

Sim, isto existe e é uma ferramenta importantíssima. Portanto, observe no seu comércio. Não precisa ser um supermercado para isso. Veja a disposição dos seus produtos. Acertar neste posicionamento ajudará, e muito, no faturamento ao final do mês.

Aqueles produtos mais procurados devem ficar numa posição que faça com que o consumidor ande pela sua loja e não próximo à porta (pois ele irá pegar e sair... e você vai perder a oportunidade de fazê-lo comprar por impulso). Os produtos de compra “por impulso” devem ficar próximos ao caixa, pois são aqueles que você “compra porque se lembrou dele”, ao vê-lo ali na fila, por exemplo. Analise o que você tem para vender... você pode se surpreender com isto!

Faça testes e não tenha medo (ou preguiça) de mexer naquilo que está empoeirado!

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terça-feira, 2 de março de 2010

Teleatendimento

Sua empresa tem um?

Quantos 0800, 4004, ou qualquer outro número de teleatendimento de uma empresa você usa por mês? Se reparar bem, a média será alta.

Cada vez mais as empresas abrem canais de comunicação direta com o consumidor. Cada vez mais, também, precisamos ter atenção e cuidado com esta ferramenta.

Um teleatendimento é fundamental para o sucesso de uma empresa, seja para vender algo ao consumidor ou para conhecer seus hábitos, costumes e, principalmente, ouvir críticas e sugestões.

Não bastar apenas ter sua equipe própria de teleatendimento ou uma equipe terceirizada, este serviço vai além. Observe se, ao ligar (seja o horário que for):

- o cliente tem que esperar muito para ser atendido;

- a gravação eletrônica tem bom som e pronúncias para facilitar o entendimento (e se seguem as normas estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor);

- as opções eletrônicas são claras ou não e, ao selecionar, falar com atendente a espera não é grande;

- o atendente também tem boa pronúncia, se é atencioso, se não tem vícios de linguagem;

- e, claro, se após o atendimento, o cliente foi atendido ou não.

Sua empresa é pequena e não tem necessidade de nada disto? Então repare um “detalhe”. O próprio telefone divulgado de sua empresa é um “teleatendimento”, afinal é um meio pelo qual o consumidor pode entrar em contato. Se quem atendeu não o fez direito, pode ser (literalmente) “o começo do fim”.

Uma simples ligação pode fazer acontecer, de tudo!

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segunda-feira, 1 de março de 2010

É hora de vender?

E se alguém, hoje, quisesse comprar sua empresa? Que conta você faria? Por quanto venderia? Não venderia?

Existem vários fatores a serem analisados para saber se é hora ou não de vender sua empresa e, não ache que é só se “está cansado dela ou não”. Nada disso, estamos falando de negócios e... negócio é dinheiro!

Saiba que valor emocional, nesta hora, não vale nada, pelo contrário, pode atrapalhá-lo. Para saber se é hora de vender sua empresa e por quanto, não é assim, também, tão difícil.

Para ter uma ideia superficial, faça as seguintes contas:

- quanto tenho de estoque

- quanto tenho de dívidas

- quanto vale o prédio com o terreno

Esta conta dá negativa ou positiva? Quer dizer, hoje você deve ou tem “dinheiro a mais”?

Além disso, pense:

- por quantos anos eu gostaria de continuar com este comércio. Se ele te dá lucro no fim do mês, saberá quanto faturaria continuando com ele. Se te dá prejuízo, quanto por mês sua dívida cresceria.

- qual o índice percentual de crescimento possível daqui até este ano acima (seja positivo ou negativo)

- se você fosse o comprador, em quanto tempo iria querer ter o investimento de volta?

Se usar o bom senso para responder estas últimas três perguntas, saberá se você tem um bom negócio para vender ou um abacaxi. Se os números são positivos, terá noção de quanto deverá cobrar, pois está trocando “receber mensalmente cuidando da própria empresa” por receber de uma só vez de um investidor.

Se as contas são negativas, melhor achar mesmo um “bom negócio” e parar de ter prejuízo.

Tenha bom senso, acima de tudo!

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Exemplo de ousadia

Paradigmas ao chão!

No dia 25 de janeiro falávamos de ousadia e criatividade (clique aqui). Não é o perfil do blog, mas hoje transcrevo uma matéria sobre a nova peça da campanha da Duloren, uma marca de lingerie que, há tempos, usa e abusa da ousadia (com criatividade) para comunicar.

Sempre com um tema polêmico, a Duloren, mesmo trocando de agência as vezes, mantém sua linha de comunicação, o que é fundamental para o fortalecimento de sua marca. É o impacto pela ousadia. Reparem!

Bom final de semana e aproveite para descansar!

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DULOREN LANÇA CAMPANHA POLÊMICA

Grife de lingeries defende mulher que trai por falta de atenção; assinatura usada é "Só Jesus é fiel"



A nova campanha da Duloren vai chamar a atenção do sexo masculino no mês de março. A marca de lingerie aposta no slogan "Você não imagina do que uma Duloren é capaz" e, sob a ressalva de que "Só Jesus é fiel", vai defender a postura da mulher de pensar em trocar de marido ou namorado quando ela se sentir abandonada ou rejeitada por ele.

A nova campanha mostrará um casal em momento de total desarmonia: enquanto ele assiste à TV, sem dar a menor atenção à mulher; ela, sentindo-se super sexy com conjunto de lingerie Duloren (coleção Oásis), fala ao telefone já pensando no quanto pode ser desejada, e até mesmo amada, por outro.

"A mulher Amélia não existe mais. Hoje, quem não dá atenção à mulher que tem, corre o risco de perdê-la. A fila anda!", explica Marcos Silveira, diretor de criação da campanha e da Agnelo Pacheco Rio, agência de comunicação da Duloren.

Segundo pesquisa realizada no final do ano, pela agência, 420 mulheres das classes A e B, entre 20 e 35 anos, foram entrevistadas e, 74% delas afirmaram já ter trocado de parceiro por falta de carinho, companheirismo e atenção. E não pensariam duas vezes em repetir o ato se o atual parceiro cometesse o mesmo erro.

"A Duloren sempre valorizou a mulher em suas campanhas e acredita que a sensualidade é um ingrediente indispensável à mulher brasileira. Desta vez queremos chamar a atenção deles também. Afinal as mulheres estão cada vez mais bonitas, sensuais e independentes, correm atrás do que querem", ressalta Denise Areal, gerente de marketing e estilo da Duloren.

A nova campanha da marca será veiculada no início de março em mídia impressa e nos mais de 20 mil pontos de venda em todo o Brasil.

do site:
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=57401&sid=3

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Saiba e ensine!

Quantas vezes por dia você ensina alguém sobre aquilo que você faz?

Está na hora de perder o medo de falar sobre sua profissão, seu emprego, sobre o que você faz. Compartilhar é ser inteligente! Quanto mais todos souberem sobre “seu negócio”, mais fácil será “fazer negócio”.

Dois são os fatos a desenvolver:

a) compartilhar “conhecimento”: veja um caso simples. Ao acessar um site de uma empresa que duplica CD´s e DVD´s (nada de pirataria!) encontrei uma área de download de “máscaras” (arquivos nas medidas certas para criação) de capas e bolachas de CD e DVD (além de outra série de arquivos disponíveis). O que a empresa ganha com isso? O risco de pegar o arquivo aqui e fazer acolá (no concorrente)? Não! Ganha credibilidade! Ela disponibiliza o modelo para que você, ao fazer o trabalho com ela, faça direito e bem feito, saindo satisfeito ao final da transação. Se ela não disponibilizar, alguém o fará e poderá estar errado, só te dando mais trabalho para refazer o arquivo em questão.

b) ensinar: se alguém vem conversar com você sobre seu serviço ou a área de atuação de sua empresa, não tenha medo de ensinar. Hoje estamos num mundo que “todo mundo é dono da razão”, todo mundo “sabe tudo”. Mas seja firme! Se você sabe e conhece o que faz, não tenha medo de dizer o que é certo ou errado. Ensine! Seja duro se preciso for, com intuito de mostrar o que é correto. Do outro lado, você pode encontrar alguém que, a princípio, não tenha gostado ou concordado. Mas fique de consciência tranquila, logo logo, mesmo que só para ela, a pessoa irá reconhecer que aprendeu com você.

Não quero que dê a receita do bolo, só diga que não é certo por o bolo pra assar sem acender o forno!

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E aí, o que fazer?

Seu garoto propaganda anunciando a concorrência?

Temos um caso em nível nacional no ar. Galebe, famoso apresentador do Shop Tour, está na TV anunciando Volkswagen junto com o (ex) rapaz das Casas Bahia. Há pouco tempo, salvo engano em novembro de 2009, o tínhamos anunciando Chevrolet, numa campanha para a GM do Brasil relativa à “pequenas economias no dia-a-dia que te permite comprar um carro zero”.

A situação é:

- a VW foi experta e pegou carona no sucesso da campanha da GM com o Galebe?

- A GM foi desatenciosa e não fez um contrato de “exclusividade” por um período além daquele de veiculação de sua campanha?

- O apresentador em questão vive disso e é isso que importa?

Ao meu ver, um pouco de cada, mas poderia existir um cuidado maior das três partes envolvidas.

Do lado da VW está claro que ao perceber uma campanha de sucesso da concorrência, fez o mesmo. Do lado da GM, faltou perceber que este “troco” seria possível e não se organizou para impedir isto. E, por fim, do lado do Galebe trabalho é que rende dinheiro, e dinheiro é que paga as contas (mas, cá entre nós, é no mínimo estranho ver um profissional do gabarito dele se render a este tipo de atitude).

Disto tudo tiro o aprendizado que se algo que será feito atina o lado ético, é preciso ter mais cuidado e maior atenção. É o caso! Ninguém “dos ramos envolvidos” é capaz de ver o fato e não pensar “estranho?”, “sacada?”, “sacanagem?”, “oportunidade?”...

Cada um tire suas próprias conclusões, pois certamente ninguém feriu ninguém juridicamente, isto eu não tenho dúvida. No mercado que vivemos, o que vale é fazer dinheiro, mas nunca se esqueça da ética!

Respondendo ao título, resta você ser criativo e ousado o bastante para superar a ação.

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