domingo, 17 de abril de 2011
Saem os pinguins...
Muitas geladeiras por aí devem estar cheeeeeias de cupons de desconto pendurados na porta, afinal, sites de compra coletiva não faltam... para todos os gostos, todas as idades, todos os bolsos!
Se alguém ainda não conhece esta febre de compra na internet, procure sites como Peixe Urbano e Click On para se inteirar do assunto e, em seguida, procure os sites menores (também) que possuem ofertas da sua cidade (principalmente se você mora no interior).
Mas, o que importa para nós aqui é marketing... e compra coletiva tem MUITO a ver com marketing.
O empresário que está na dúvida se deve ou não fazer uma ação neste tipo de site tem que ter muito cuidado, mas MUITO mesmo. Ele pode tanto ter uma bela repercussão, quanto pode ser um desastre para sua marca e seu caixa.
O desastre para a marca pode vir pelo mau atendimento por conta de uma demanda grande; ou porque o site não repassou o cupom ao estabelecimento e o consumidor não estará autorizado a consumir; ou a empresa caiu na besteira de prestar um serviço ou oferecer um produto com qualidade inferior ao normal, pois "foi com desconto"...
Já o desastre financeiro, além de ser consequência da lista acima, pode (também) vir se o empresário não fizer as contas entre "o que está oferecendo" versus "por quanto está vendendo e quanto vai sobrar". Explico: na maioria dos casos, os descontos destes sites vão de 50% à 98%. Do valor anunciado, o site, geralmente, fica com 40 a 60%. Isto é, o empresário além de dar o desconto ainda racha (e muito) o valor que irá receber.
O empresário não pode achar que uma ação em site de compra coletiva significa fazer dinheiro em caixa, pois não é. O montante que entrará de uma vez (e rápido), se diluirá e não será suficiente para bancar as despesas daquelas vendas.
Por outro lado, não quero e não torço (de jeito algum) que isto acabe. Pelo contrário!!! Tudo pode ser (um bom) investimento. E a compra coletiva também. Afinal, é preciso investir para DEPOIS ter o retorno.
Isto é, basta o empresário entender que compra coletiva é um bom negócio para gerar experimentação (seja de produto/serviço novo, ou produto que foi alterado, ou ainda produto que circula pouco); para gerar fluxo em dias que geralmente o estabelecimento é vazio; para divulgar uma nova empresa/serviço... Mas tudo isso só terá bons frutos, se você oferecer ao seu cliente toda a atenção, a qualidade e a cordialidade que um consumidor merece!
E você, caro consumidor... o que faz nesta história toda? Aproveite enquanto tem!! Se estão vendendo, compre... e use com gosto!
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sábado, 26 de março de 2011
Bastaram 4 semanas de mídias sociais
quarta-feira, 16 de março de 2011
No twitter...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Andando por aí...
Encontramos cada uma!
Na viagem de carnaval, melhor que qualquer festa, o bom mesmo é ver slogans que são ‘campeões’. No mínimo, campeões de chamar a atenção... seja pelo lado bom ou ruim.
Não vou analisá-los além de um simples e superficial “vixi, que coisa” ou “uau, bacana!”, pois não conheço a história, a região, a comunicação da empresa, etc. Por isso a análise é superficial. E sempre que encontrar isso por aí, vou trazer.
Na estrada, no rádio, região de Votuporanga-SP (salvo engano), ouvi: “Construa sem medo, conte com o Azevedo!” – Sem comentário.
Na TV, em Jales-SP, eu vi (juro que vi): “TV Tem, a TV que tem você” – Comentário: ‘vixi, que coisa!’
Em Jataí-GO, na TV local eu vi (juro que vi): “Droga Mar, um maaaar de saúde pra você” (sim, com este enfoque no maaaaarr). Comentário: melhor não comentar!
E sua empresa, tem slogan? Usa rimas ou trocadilhos lógicos?
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Será que devo anunciar ou ‘o pessoal viaja'?
Eis a questão!
Quem nunca ouviu esta dúvida de um anunciante, né?! Quando questionado, eu sempre digo que uns viajam pra lá, outros pra cá e MUITOS outros ficam! Não vale generalizar, mas boa parte dos segmentos não fecham as portas num feriado prolongado. E outros, pelo contrário, têm que aproveitar. Tudo depende do tipo de negócio, do mercado que está inserido, do tipo de feriado.
Mas é hora de aproveitar o fato de que esta dúvida faz parte do mercado e fazer valer sua presença. Por qual motivo deixaria de anunciar carro, moto, material de construção, balada, roupa, sapato (desde que loja de shopping e não de rua que ‘emende’ o feriado), hospital, remédio, bebida, comida...?
Quem não viajou e quem chegou na ‘sua cidade’ pode ser um cliente potencial! A reforma na casa, a troca de carro, o up no visual... é a hora de aproveitar ‘a cidade vazia’ e curtir aquele bar que vive lotado ou pedir aquela pizza pra família... e em todos estes segmentos quem será lembrado?
(OBS.: não é só anúncio de oportunidade que vale, isto é UMA oportunidade. Entenda que uma comunicação contínua e bem planejada faz com que você potencialize ainda mais a chance de ser lembrado em TODOS os momentos).
Feriado é sim hora de anunciar, nas devidas proporções, claro, pois é um dos raros momentos que não temos a overdose diária de publicidade. Consequentemente, seu produto, sua marca, seu serviço aparecerá ainda mais.
E você vai curtir ou ganhar dinheiro no próximo feriado?
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Quando o final é surpreendente...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Promoção de vendas por uma boa causa?
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Quando é a hora de tirar do ar
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Ser oportunista (no bom sentido)...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Quando muda um detalhe...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Reproduzindo na íntegra
Disfarce de Clio ou Clio disfarçado?
Fotos: Eugênio Augusto Brito/UOL
Celta "disfarçado" de Clio em via de São Paulo...
A gente poderia explicar isso -- um Chevrolet Celta "vestido" com uma capa de Renault Clio estacionado numa rua que dá acesso à Faria Lima -- de muitas formas, mas vamos direto ao ponto: é uma peça da campanha publicitária do Clio 2011.
O carro não mudou em relação ao Clio Campus conhecido de todos, com seu motor 1.0 16V de 77/76 cv de potência (etanol/gasolina) e suas rodas aro 14, como mostrou o parceiro MotorDream. Só ganhou a garantia total de 3 anos já disponível para Sandero e Logan. Mas a Renault afirma em sua campanha que o "novo" Clio é o carro que todo popular gostaria de ser.
... é peça de marketing da Renault
Vale lembrar que em junho (último mês com balanço total fechado pela Fenabrave), o Renault Clio foi o último colocado entre os hatches compactos de entrada, os chamados populares, com 1.071 unidades; agora, naprimeira quinzena de julho, mantém a posição com 887 unidades. Só para comparar, o Celta vendeu 5.876 unidades neste começo de mês (quarta posição, atrás de VW Gol e Fiat Uno/Mille).
Isso posto, vem a pergunta: haverá mesmo algum outro carro querendo se perfazer de Clio?
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Com uma ideia relâmpago...
Uma mobilização rápida!
Isto é Flash Mob! Flash mobilization em inglês. O que significa uma mobilização rápida, relâmpago. É o resultado de uma aglomeração instantânea de um grupo de pessoas, num local público, que realizam uma ação previamente organizada. E, para que surta curiosidade e tenha impacto, geralmente, a dispersão deste grupo de pessoas é feito tão instantaneamente quanto sua aglomeração.
Dizem por aí (não tenho dados precisos e oficiais) que no Brasil tudo começou com o ‘no pants’ (sem calças) em São Paulo, capital, cuja ação tem objetivo de combater a hegemonia dessas peças do vestuário na composição do visual.
O Flash Mob virou moda! Passou de ações de um grupo de pessoas com intuito apenas de chamar a atenção ou defender uma causa, à ações de marketing devidamente pensadas e planejadas. Várias destas têm se espalhado pelo país e, ainda bem, muitas delas criativas. Algumas chegam a tornar-se ações de marketing viral.
Se você pensa em fazer um flash mob, pense bem! Perceba que a ação tem que gerar impacto, senão gerará indignação. As pessoas ao invés de dizerem “que bacana!” vão dizer “que coisa horrível é essa?!” ou ainda sentirão “vergonha alheia”.
Veja no link um baita exemplo de uma ação bem feita. Observe que apesar de planejado, a ação contagia rapidamente e se espalha: http://migre.me/KHuY
Já a Tecnisa, recentemente, fez exatamente o que não pode ser feito. Uma ação que, aparentemente, tinha objetivo de ser um flash mob e virou algo terrível, vergonhoso. Veja só: http://migre.me/KHx8
E você, o que pode fazer para contagiar outras pessoas?
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Realmente uma imagem...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Propaganda comparativa
É pra quem pode...
No Brasil não somos acostumados a este tipo de abordagem: uma empresa/marca em sua propaganda citar, claramente, um concorrente. Tal atitude é, no mínimo, ousada. E precisa ser bom pra fazer isso... caso contrário, passará vexame.
Vários fatores precisam ser analisados: a ética, em primeiro lugar, jamais feri-la! Além disto, não denegrir a imagem do concorrente, não ser desonesto e pro aí vai.... Indo mais além, é preciso saber o que está sendo feito.
No dia 30/04, deparei-me com o anúncio abaixo, veiculado em jornal local de Mogi das Cruzes. Confesso que achei sensacional! Pode parecer ‘bobinho’ ou ‘comum’, mas observe:

(clique na imagem para ver maior)
Explicitamente, o anúncio mostra o que diz: a Fiat informa que um carro usado será bem avaliado na troca por um 0km. E, para ilustrar a peça, mostra um Golf 2003 (que é Volkswagem) citando tudo que o carro tem. Até aí tudo bem...
Mas, veja bem... o que há “implícito” nesta peça?
- ‘até um VW será bem avaliado’; ‘você vai trocar seu carro de outra marca por um Fiat’; ‘carro 0km tem que ser Fiat’...
Agora pense, explicitamente, a Fiat denegriu a imagem da VW? Não!
Foi antiética? Não!
Faltou com a moral? Não!
Foi ‘feliz’ na peça? Sim, muito! A agência ilustrou uma peça com um carro usado (e carro usado é usado, seja qual marca/modelo for), citou tudo que o carro tem (deixando claro que são itens que o valorizam), informa que o carro será bem avaliado... em momento algum fez algo que não é a lógica.
Por outro lado, para compensar, há uma regra em propaganda que diz “só compara quem não é líder!”.
Portanto, propaganda comparativa... só faça se você for capaz! E prepare-se para as conseqüências.
Parabéns pela ousadia!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Lembra de quando falamos sobre Marketing de Oportunidade?
domingo, 18 de abril de 2010
Ainda sobre Promoção de Vendas
Promoção de vendas - Cuidado com ela!

O Brainstorm sem foco é mesmo útil?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Isto é criatividade!

Chief Creative Officer: Steve Mykolyn
Creative Director: Trent Burton
Art Director: Kelsey Horne
Copywriter: Nick Asik, Trent Burton
Designer: Kelsey Horne, Darcy Twarog
Photographer: Jason Stang
quarta-feira, 14 de abril de 2010
As regras externas
Só por falta de bom senso?
Nos últimos anos, por diversas vezes, vimos leis (ou qualquer outro tipo de regras) sendo criadas para regulamentar a propaganda no Brasil.
Para quem não conhece, temos órgãos que regulamentam, ‘põem ordem na casa’, discutem, enfim, que tratam da publicidade brasileira, tais como CENP (Conselho Executivo das Normas Padrão), CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), APP (Associação dos Profissionais de Propaganda), ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), etc, etc.
Porém, também temos visto que anunciantes (inclua aqui, agências) estão indo além do que temos como bom senso na publicidade, isto é, além de anunciar o produto/serviço propriamente dito, dá a ele gêneros que extrapolam o seu uso em si. Exemplo: com o carro X eu consigo correr muito, com a cerveja Y serei um galã, e por aí vai.
A partir do momento que quem faz publicidade não cuida dela, estamos sujeitos a regulamentação externa, com criação de leis, por exemplo. E isso não é bacana. Já pensou um jurista discutindo propaganda? Já pensou um arquiteto que ocupa um cargo que dê a ele o “poder” de discutir o tema, falando de publicidade? Sem desmerecer as profissões, são só exemplos para dizer que cada profissional, no seu lugar.
Na matéria do Meio e Mensagem de hoje, “Mercado automobilístico versus publicidade educativa (leia aqui) está mais um exemplo disto. Há uma lei, já sancionada pelo Presidente Lula, que obriga os anunciantes de automóveis e/ou peças relacionadas a colocarem textos educativos aos motoristas, nos mesmos moldes daqueles que já existem nas propagandas de bebidas alcoólicas.
Agora, imagine se toda propaganda, além de anunciar o produto/serviço em questão, tenha que trazer um texto educativo? “Use o sapato de salto X, mas cuidado se pisar na grama”; “Compre o xampu Y, mas não jogue o no próprio olho”... sim, claro, é um exagero! Mas é uma forma de mostrar que nós (publicitários!) precisamos cuidar da nossa propaganda, senão daqui a pouco não sobrará espaço para elas, em meio a tantos avisos e obrigações!
Basta não perdermos o bom senso e a razão!
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